Wednesday, October 21, 2009
Friday, October 16, 2009
A queda depois da fama...
Aqui está um exemplo do declínio de uma estrela!
O Gualter, da Rua Sésamo, depois de tanto ginasticar, terminou assim...
Vamos ajuda-lo?
O Gualter, da Rua Sésamo, depois de tanto ginasticar, terminou assim...
Vamos ajuda-lo?
Pare, Escute, Olhe!
Novo projecto de Jorge Pelicano, autor de um outro grande documentário; "Ainda há pastores"
Estou curioso, muito curioso!
site:
http://www.pareescuteolhe.com/
blog:
http://pareescuteolhedoc.blogspot.com/
Só para recordarem o anterior trabalho:
http://aindahapastores.blogspot.com/
Estou curioso, muito curioso!
site:
http://www.pareescuteolhe.com/
blog:
http://pareescuteolhedoc.blogspot.com/
Só para recordarem o anterior trabalho:
http://aindahapastores.blogspot.com/
good mood
:-)
But i would walk 500 miles
And i would walk 500 more
Just to be the man who walked 5,000 miles
To fall down at your door
Wednesday, October 14, 2009
Trekking virtually
http://dcollado.web.cern.ch/dcollado/tibet/index_en.htm
http://dcollado.web.cern.ch/dcollado/tibet/index_en.htm
Tuesday, October 13, 2009
Wednesday, September 23, 2009
We need lust, for life
Adso of Melk: Master? Have you ever been in love?
William of Baskerville: In love? Yes, many times.
Adso of Melk: You were?
William of Baskerville: Yes, of course. Aristotle, Ovid, Vergil...
Adso of Melk: No, no, no. I meant with a...
William of Baskerville: Oh. Ah. Are you not confusing love with lust?
Adso of Melk: Am I? I don't know. I want only her own good. I want her to be happy. I want to save her from her poverty.
William of Baskerville: Oh, dear.
Adso of Melk: Why "oh dear"?
William of Baskerville: You *are* in love.
Adso of Melk: Is that bad?
William of Baskerville: For a monk, it does present certain problems.
Adso of Melk: But doesn't St. Thomas Aquinas praise love above all other virtues?
William of Baskerville: Yes, the love of God, Adso. The love of God.
Adso of Melk: Oh... And the love of woman?
William of Baskerville: Of woman? Thomas Aquinas knew precious little, but the scriptures are very clear. Proverbs warns us, "Woman takes possession of a man's precious soul", while Ecclesiastes tells us, "More bitter than death is woman".
Adso of Melk: Yes, but what do you think, Master?
William of Baskerville: Well, of course I don't have the benefit of your experience, but I find it difficult to convince myself that God would have introduced such a foul being into creation without endowing her with *some* virtures. Hmm? How peaceful life would be without love, Adso, how safe, how tranquil, and how dull.
Der Name der Rosen
I am a passenger (II)
“ O passado é como o mar: nunca sossega. As casas encolhem, como os velhos, ao passo que as árvores crescem sem parar. Quando regressamos, decorridos muitos anos, aos lugares da nossa infância encontramos árvores gigantescas e sufocando de terror à sombra delas as casas minúsculas que um dia foram nossas. Mal reconhecemos a cama de bonecas em que dormimos quando éramos crianças, ou o quintal, que sempre julgámos ser imenso, e que tem, afinal, apenas dois palmos de fundo.
O meu pai dizia-me:
- A vida é uma corrida, meu filho. Quem olha para trás enquanto corre arrisca-se a tropeçar.
Eu não olho para trás. Avanço por vezes de olhos fechados, e tropeço, como os outros, e eventualmente caio, mas não olho para trás. Nunca fui pessoa de cultivar saudades. Não colecciono álbuns de fotografias, e jamais guardei pétalas secas entre as páginas de velhos livros. Sigo sempre em frente. Quando me perguntam para onde vou encolho os ombros. Rio-me:
- Adiante”
José Eduardo Agualusa, Passageiros em Trânsito
Monday, September 21, 2009
Thursday, September 17, 2009
As Brumas de Avalon (II)
“Não é da luz do sol que carecemos. Milenarmente a grande estrela iluminou a terra e, afinal, nós pouco aprendemos a ver. O mundo necessita ser visto sob outra luz: a luz do luar, essa claridade que cai com respeito e delicadeza. Só o luar revela o lado feminino dos seres. Só a lua revela intimidade da nossa morada terrestre. Necessitamos não do nascer do Sol. Carecemos do nascer da Terra”.
Mia Couto, "Contos do nascer da Terra"
Tuesday, September 15, 2009
As brumas de Avalon
(...) Eu vivia, de resto, agora, e cada vez mais, da minha imaginação. E foi por isso a partir de então que eu descobri a violência da realidade. Nada era como eu tinha fantasiado e não sabia porquê. Parecia-me que havia sempre outras coisas à minha volta que eu não supunha, e que essas coisas tinham sempre mais força do que eu julgava. Assim, a minha pessoa e tudo aquilo que eu escolhera para mim não tinham sobre o mais a importância que eu lhes dera. Chegado à realidade, muita coisa erguia a voz por sobre mim e me esquecia.
vergílio Ferreira, Manhã Submersa
Poema da malta das naus

São Cristovão de Lafões - Setembro 2009
Não se nasce impunemente / nas praias de Portugal
Lancei ao mar um madeiro,
espetei-lhe um pau e um lençol.
Com palpite marinheiro
medi a altura do sol.
Deu-me o vento de feição,
levou-me ao cabo do mundo.
Pelote de vagabundo,
rebotalho de gibão.
Dormi no dorso das vagas,
pasmei na orla das praias,
arreneguei, roguei pragas,
mordi peloiros e zagaias.
Chamusquei o pêlo hirsuto,
tive o corpo em chagas vivas,
estalaram-me as gengivas,
apodreci de escorbuto.
Com a mão direita benzi-me,
com a direita esganei.
Mil vezes no chão, bati-me,
outras mil me levantei.
Meu riso de dentes podres
ecoou nas sete partidas.
Fundei cidades e vidas,
rompi as arcas e os odres.
Tremi no escuro da selva,
alambique de suores.
Estendi na areia e na relva
mulheres de todas as cores.
Moldei as chaves do mundo
a que outros chamaram seu,
mas quem mergulhou no fundo
Do sonho, esse, fui eu.
O meu sabor é diferente.
Provo-me e saibo-me a sal.
Não se nasce impunemente
nas praias de Portugal.
António Gedeão
Thursday, August 27, 2009
But I can't help the feeling / I could blow through the ceiling
Her green plastic watering can
For her fake Chinese rubber plant
In the fake plastic earth.
That she bought from a rubber man
In a town full of rubber plans
To get rid of itself.
It wears her out, it wears her out
It wears her out, it wears her out.
She lives with a broken man
A cracked polystyrene man
Who just crumbles and burns.
He used to do surgery
For girls in the eighties
But gravity always wins.
And it wears him out, it wears him out.
It wears him out, it wears . . .
She looks like the real thing
She tastes like the real thing
My fake plastic love.
But I can't help the feeling
I could blow through the ceiling
If I just turn and run.
And it wears me out, it wears me out.
It wears me out, it wears me out.
And if I could be who you wanted
If I could be who you wanted
All the time, all the time.
Oh, oh.
Wednesday, August 26, 2009
Saturday, August 15, 2009
Eu sou o mestre de culinária
Bifes de Perú
1 cebola
4 cabeças de alho
1/2 pimento verde
3 cenouras
1 alho francês (parte branca)
1 copo de vinho branco
pimenta de cayenne, limão e sal q.b.
1 copo de Martini branco com rodela de limão e gelo
cortar cebola às rodelas, o perú em fatias de cerca de 2 cm, e esmagar as cabeças de alho. Meter numa caçarola com azeite, e deixar estrugir até o perú estar branco. Temperar com limão, pimenta e sal. Deitar um copo de vinho branco. Reduzir para lume brando, e deixar cozer. No final, juntar as cenouras e o alho francês às rodelas, o pimento verde cortado aos quadrados, e deixar cozer por alguns minutos.
Enquanto cozinha, beber o Martini na totalidade, enchendo novamente o copo se necessário.
Serve-se com arroz, e de entrada, fatias de pão com paté de sardinha.
Bom apetite!
1 cebola
4 cabeças de alho
1/2 pimento verde
3 cenouras
1 alho francês (parte branca)
1 copo de vinho branco
pimenta de cayenne, limão e sal q.b.
1 copo de Martini branco com rodela de limão e gelo
cortar cebola às rodelas, o perú em fatias de cerca de 2 cm, e esmagar as cabeças de alho. Meter numa caçarola com azeite, e deixar estrugir até o perú estar branco. Temperar com limão, pimenta e sal. Deitar um copo de vinho branco. Reduzir para lume brando, e deixar cozer. No final, juntar as cenouras e o alho francês às rodelas, o pimento verde cortado aos quadrados, e deixar cozer por alguns minutos.
Enquanto cozinha, beber o Martini na totalidade, enchendo novamente o copo se necessário.
Serve-se com arroz, e de entrada, fatias de pão com paté de sardinha.
Bom apetite!
Tuesday, August 04, 2009
Tuesday, July 28, 2009
and from your lips she drew the hallelujah
baby i've been here before
i've seen this room and i've walked this floor
i used to live alone before i knew you
i've seen your flag on the marble arch
but love is not a victory march
it's a cold and it's a broken hallelujah
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